ERRO 8 - Não correr riscos
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ERRO 8 - Não correr riscos
Gestão do seu dinheiro 9 erros
ERRO 8 - Não correr riscos
Desde pequeno, todo mundo aprendeu a evitar riscos. "Cuidado com o escorregador, não brinque perto do carro", diziam e dizem as mamães. A lição começou em casa, continuou na escola e entrou na vida das pessoas - a insegurança, o medo de trocar o certo pelo duvidoso, ainda é muito forte para a maioria, principalmente na carreira e nos assuntos relacionados a dinheiro. Não é raro encontrar quem se acomode numa posição na qual o salário não parece bom e o trabalho não satisfaz. Afinal, para que arriscar? "É difícil evoluir profissionalmente sem correr riscos", afirma o headhunter Guilherme Velloso, diretor da PMC Amrop, uma das principais empresas de recrutamento do país. "Na carreira, assim como nos investimentos, as grandes oportunidades embutem risco, por isso as recompensas são maiores", diz Velloso. Com as aplicações financeiras não é diferente. A maioria não suporta a idéia de investir suas economias e não tê-las de volta integralmente. Uma máxima do mercado financeiro, no entanto, diz justamente que, quanto maior for o risco de uma aplicação, maior a possibilidade de ganho. "Essencialmente, toda decisão que nós tomamos é um risco, de uma forma ou de outra", afirma o consultor econômico americano Peter L. Bernstein, autor do livro Desafio aos Deuses: A Fascinante História do Risco (editora Campus), considerado o livro de negócios mais inovador e criativo dos Estados Unidos em 1996. Em razão do que diz Bernstein, talvez convenha aprender a gerenciar o risco, em vez de evitá-lo. No dia-a-dia, já fazemos isso sem nos dar conta. Quando deixamos de ir a um caixa eletrônico à noite, num lugar escuro, por exemplo, estamos minimizando o risco de ser assaltados. Se não fizermos esportes radicais, também teremos menor probabilidade de morrer ou de nos acidentar (toc, toc, toc). Que tal aplicar esse princípio para fazer a Gestão de risco de seus investimentos? Ao diversificar as suas aplicações, por exemplo, você poderá diminuir o risco de ver o seu patrimônio minguar. "A idéia do gerenciamento de riscos é não ser surpreendido", diz Bernstein. "Se estiver errado, não quero ser eliminado, quero estar seguro de que vou sobreviver."
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ERRO 8 - Não correr riscos
Desde pequeno, todo mundo aprendeu a evitar riscos. "Cuidado com o escorregador, não brinque perto do carro", diziam e dizem as mamães. A lição começou em casa, continuou na escola e entrou na vida das pessoas - a insegurança, o medo de trocar o certo pelo duvidoso, ainda é muito forte para a maioria, principalmente na carreira e nos assuntos relacionados a dinheiro. Não é raro encontrar quem se acomode numa posição na qual o salário não parece bom e o trabalho não satisfaz. Afinal, para que arriscar? "É difícil evoluir profissionalmente sem correr riscos", afirma o headhunter Guilherme Velloso, diretor da PMC Amrop, uma das principais empresas de recrutamento do país. "Na carreira, assim como nos investimentos, as grandes oportunidades embutem risco, por isso as recompensas são maiores", diz Velloso. Com as aplicações financeiras não é diferente. A maioria não suporta a idéia de investir suas economias e não tê-las de volta integralmente. Uma máxima do mercado financeiro, no entanto, diz justamente que, quanto maior for o risco de uma aplicação, maior a possibilidade de ganho. "Essencialmente, toda decisão que nós tomamos é um risco, de uma forma ou de outra", afirma o consultor econômico americano Peter L. Bernstein, autor do livro Desafio aos Deuses: A Fascinante História do Risco (editora Campus), considerado o livro de negócios mais inovador e criativo dos Estados Unidos em 1996. Em razão do que diz Bernstein, talvez convenha aprender a gerenciar o risco, em vez de evitá-lo. No dia-a-dia, já fazemos isso sem nos dar conta. Quando deixamos de ir a um caixa eletrônico à noite, num lugar escuro, por exemplo, estamos minimizando o risco de ser assaltados. Se não fizermos esportes radicais, também teremos menor probabilidade de morrer ou de nos acidentar (toc, toc, toc). Que tal aplicar esse princípio para fazer a Gestão de risco de seus investimentos? Ao diversificar as suas aplicações, por exemplo, você poderá diminuir o risco de ver o seu patrimônio minguar. "A idéia do gerenciamento de riscos é não ser surpreendido", diz Bernstein. "Se estiver errado, não quero ser eliminado, quero estar seguro de que vou sobreviver."
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